Mostrando postagens com marcador Luiz Inácio Lula da Silva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luiz Inácio Lula da Silva. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de março de 2021

Senadores comentam decisão do STF que anulou decisões contra ex-presidente Lula

Com a decisão, Luiz Inácio Lula da Silva poderá concorrer novamente em eleições


Senadores se manifestaram nesta terça-feira (9) sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva elegível novamente. O ministro do STF Luiz Edson Fachin anulou na segunda-feira (8) todas as decisões tomadas pela 13ª Vara Federal de Curitiba nas ações penais contra o ex-presidente, inclusive as condenações.  

— Essa decisão é uma demonstração clara de que o devido processo legal não foi respeitado nos processos contra o presidente Lula, de que ele foi vítima de uma grave perseguição política, o chamado lawfare, a utilização das leis para promover ações persecutórias do ponto de vista da política partidária, que culminaram com a condenação, com a prisão e com o impedimento de que o presidente Lula fosse candidato — disse o senador Humberto Costa (PT-PE) durante a sessão deliberativa remota desta terça.

Na avaliação de Fachin, as ações não poderiam ter ocorrido em Curitiba, porque os fatos apontados não têm relação direta com o esquema de desvios na Petrobras. O ministro ordenou que os casos sejam reiniciados na Justiça Federal do Distrito Federal. A decisão foi tomada no âmbito de um habeas corpus impetrado pela defesa de Lula.

— Dia histórico. A justiça se faz momento a momento. A decisão tomada pelo ministro Fachin comprova isso. Lula agora recupera os direitos políticos e volta a ser elegível — comemorou o senador Paulo Paim (PT-RS) durante a sessão.

Suspeição
Agora, os ministros da Segunda Turma do STF terão de julgar se o ex-juiz Sérgio Moro foi parcial na condução do processo. Na tarde desta terça-feira os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes votaram pela suspeição de Moro, mas a conclusão do julgamento foi adiada após um pedido de vista do ministro Nunes Marques. Os ministros Edson Facchin e Cármen Lúcia já haviam se manifestado contra a suspeição em 2018.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse esperar que o STF declare a parcialidade de Moro. Para ele, é inconcebível que numa democracia uma pessoa não tenha direito ao devido processo legal. O senador disse considerar que o ex-presidente foi preso injustamente e teve a vida comprometida por uma decisão de Sérgio Moro, agora anulada.

— O juiz jamais poderia ter sido Sérgio Moro, que, de forma parcial, de forma a perseguir politicamente o presidente Lula, condenou-o, caçou seus direitos políticos e o deixou 580 dias na prisão. Quem vai reparar esse dano? — questionou.

CPI
O senador Eduardo Girão (Podemos-CE), por sua vez, criticou a decisão de anular as condenações e disse que, se não existisse a pandemia de covid-19, certamente haveria uma multidão protestando na frente do STF. Girão pediu a instauração da chamada CPI da Lava Toga e conclamou o Senado a "assumir as suas responsabilidades" e analisar "indícios graves" contra ministros do Supremo Tribunal Federal.

— O que acontece, o que a gente percebe, é um poder protegendo o outro por causa do famigerado foro privilegiado — afirmou Girão, que pediu aos brasileiros que não percam a esperança na Justiça.

O senador Weverton (PDT-MA) afirmou que a luta pela justiça não pode depender de quem é beneficiado. Para ele, é questionável o fato de Sérgio Moro ter assumido o Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, já que este teria sido beneficiado pela prisão do ex-presidente Lula.

— Não era razoável, não era de bom senso que isso acontecesse. Nós ficamos felizes em ver que, mesmo tardiamente, a justiça foi feita — comemorou Weverton.






(Foto: Reprodução / Ricardo Stuckert)

João Oliveira, Wenceslau Guimarães - BAHIA





Fonte: Informações Agência Senado

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Delação de Palocci sobre BTG e Lula não tem provas, diz PF

João Oliveira Wenceslau Guimarães-BA

(Foto: Reprodução / Divulgação)



Na semana passada, o delegado Marcelo Daher encerrou o inquérito sem indiciar os acusados.

A Policia Federal concluiu que as acusações feitas pelo ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci sobre um caixa milionário de propinas para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva administrado pelo banqueiro André Esteves, do BTG, não têm provas e foram todas desmentidas pela investigação – inclusive em depoimentos de testemunhas e de delatores que incriminaram o PT em outros processos, de acordo com a coluna Monica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.

Na semana passada, o delegado Marcelo Daher encerrou o inquérito sem indiciar os acusados e afirmando que as informações dadas por Palocci em sua delação "parecem todas terem sido encontradas em pesquisas de internet", sem "acréscimo de elementos de corroboração, a não ser notícias de jornais".

De acordo com Daher, "as notícias jornalísticas, embora suficientes para iniciar o inquérito policial, parece que não foram corroboradas pelas provas produzidas, no sentido de dar continuidade à persecução penal".






Fonte: Metro1

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

'Bolsonaro, pensa no Brasil e pare de ser puxa saco dos EUA', dispara Lula via Twitter

No mesmo dia em que foi atacado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que assistiu ao pronunciamento do líder americano, Donald Trump, após o ataque sofrido em uma base militar no Iraque,
'Bolsonaro, pensa no Brasil e pare de ser puxa saco dos EUA', dispara  Lula via Twitter
Foto: Reprodução/Twitter

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) publicou, na tarde desta quarta-feira (8), em seu perfil da rede social Twitter um recado ao chefe do Executivo brasileiro: "Bolsonaro, pensa no Brasil e pare de ser puxa saco dos EUA que isso não ajuda ninguém".

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

PT cria núcleos evangélicos nos estados após pedido de Lula

O PT está criando núcleos evangélicos nos estados para tentar acessar essa fatia do eleitorado fiel a Jair Bolsonaro (sem partido).
PT cria núcleos evangélicos nos estados após pedido de Lula
Foto: Ricardo Stuckert
A ação da legenda atende o pedido do ex-presidente Lula (PT).

Brasileiro confia mais em Moro do que em Lula e Bolsonaro, diz Datafolha

O ministro da Justiça, Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam entre 12 figuras do cenário político avaliadas em levantamento do Datafolha.
Brasileiro confia mais em Moro do que em Lula e Bolsonaro, diz Datafolha
Foto: Carolina Antunes/PR
A pesquisa testou nomes como o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
 
O Datafolha pediu que os entrevistados dissessem, em uma escala de 0 a 10, qual o nível de confiança que tinham em cada um dos integrantes da lista. As notas até 5 são consideradas baixo índice de confiança, de 6 a 8, médio, e 9 e 10, alto. O índice leva em conta as notas atribuídas por aqueles que dizem conhecer a personalidade em questão.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

PT de São Paulo coloca Rui Costa de escanteio ao tratar sobre 2022

O PT de São Paulo não admite, mas tem problemas com o braço nordestino do partido. Isso pode ser depreendido pela fala do deputado federal e vice-presidente nacional da legenda, Paulo Teixeira. 
PT de São Paulo coloca Rui Costa de escanteio ao tratar sobre 2022
Foto: Paula Fróes/ GOVBA
Ao citar uma chapa apenas liderada por Lula ou por Fernando Haddad, Teixeira exclui o governador da Bahia, Rui Costa, de qualquer chance de disputar a presidência da República. Algo que nem o próprio Lula fez quando passou por terras baianas, uma semana após deixar a prisão.

Por mais que haja um discurso de inclusão do Nordeste nas esferas de decisão, o Partido dos Trabalhadores é dominado no plano federal por figuras ligadas ao PT paulista. Lula, ainda que nordestino, foi criado no ABC e de lá emergiu como liderança sindical para o mundo. Apesar da essência pernambucana, o ex-presidente “paulistou”. Por isso é facilmente deglutido pelos líderes partidários do Sudeste. Já Rui, coitado, está a anos-luz de obter a simpatia desse subgrupo petista.

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Bolsonaro e Lula se impulsionam na briga por atenção nas redes

Antagônicos em discursos e posições, Jair Bolsonaro (sem partido) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) parecem se ajudar nas redes sociais, ainda que involuntariamente: quando um melhora sua popularidade virtual, o outro sobe. E também caem juntos. A constatação foi feita pela consultoria Quaest, que analisa a popularidade de figuras públicas no Facebook, Twitter e Instagram.

Bolsonaro e Lula se impulsionam na briga por atenção nas redes
Foto: Alan Santos/PR / Theo Marques/FramePhoto/Veja


A consultoria criou índice que avalia a fama desses personagens (quantos seguidores), engajamento (comentários por postagem), mobilização (compartilhamento das postagens) e valência (reações positivas/negativas). Considera também em quantas redes sociais a pessoa está ativa. Um modelo estatístico, então, pondera e calcula a importância de cada dimensão.

Bolsonaro e Lula tiveram um movimento semelhante de sobe/desce na popularidade individual nos últimos meses --ainda que o atual presidente esteja sempre consideravelmente à frente do petista. Os dois registraram crescimento na popularidade digital em junho e em setembro. E ambos caíram em julho e em novembro, variações descoladas da de outros personagens públicos como Luciano Huck, Ciro Gomes e Marina Silva.

domingo, 1 de dezembro de 2019

“O TRF4 não afrontou o STF” na sentença que condenou Lula, diz Gebran Neto

O desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em palestra no Congresso Nacional Sobre Macrocriminalidade e Combate à Corrupção, em Curitiba.
O desembargador João Pedro Gebran Neto, doTRF-4.| Foto: Hedeson Alves/Gazeta do Povo

"O TRF4 não afrontou o STF". A afirmação do desembargador federal João Pedro Gebran Neto, o relator em segunda instância da Operação Lava Jato, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, busca um fim para o que ele enxerga como falsa polêmica: a de que houve um enfrentamento ao Supremo Tribunal Federal (STF) na decisão que ampliou a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, de 12 para 17 anos de prisão no processo do sítio de Atibaia.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Se Congresso aprovar prisão em segunda instância, Lula volta para a cadeia?

O ex-presidente Lula no 7º Congresso do PT, em 22/11/2019
RICARDO STUCKERT
Na semana passada, a Câmara e o Senado avançaram com propostas para voltar com a prisão em segunda instância — que era a regra até o dia 7 de novembro, quando o STF decidiu que ninguém pode ser preso antes do fim do processo.